“Se em vales sombrios eu caminho sem vidavocê esta aprisionada ao meu ego negro
sugando meu sangue a cada dia que morre
para glorificar a ascendência das trevas
e a decadência de sua própria dor
dor que me consome...
que me alimenta
me da vigor
e me diz para sugar a sua alma que es minha de valor
que não adianta mais viver
sem poder ser e ao menos ter a minha condição
assisto então sua doce morte e me alimento de cada grito teu
e do ardor de meu desprezo por ti
enquanto arrasta tua inútil esperança por entre os espinhos do meu jardim de rosas mortas
e manchas teu pútrido orgulho com tuas lagrimas
por seus gritos
eu clamo risadas
lhe dou apego
lhe transmito sangue
e em sopros de conseqüência
eu te mordo ate não poder sair mais sangue
sua alma sem vida
chora
e em circus de amor negro
eu clamo
novamente
por únicas estrelas
estrelas que me farão sorrir de ódio
e os beijos da morte me farão desejar novamente teu sangue a cada segundo em que as trevas tocarem novamente meu leito
e tua agonia tomar por completo o controle de teus sentidos
meu riso ecoará pelos corredores do palácio da dor
e pelos teus sonhos mais doces onde sentiras o frio toque de minhas mãos
ao redor de teu cadáver
ao suplicar por dor
vós ser das trevas se juntará a mim
fazendo assim mais dor e rancor
para aqueles que nos fazem sofrer
sou apenas um anjo negro
pois se es das trevas
por entre bosques obscuros es teu nome que chamo
ate seus gritos de agonia me ferirem a alma
sois um ser das sombras
que andas por mundos sombrios
que maltrata as maldiçoes
que se manifesta em dores e vinculos de sangue
Oh doce ser que respira medo e exala dor
minha vitima es por toda eternidade
para sempre beberas de meu desprezo
a eternidade e apenas mais um dia de tua morte
abaixo de tua lapide há apenas tuas lembranças
pois ao meu lado serás maldita presa d meu desejo
nos seus últimos suspiros
eu te darei um cálice de vinho sangrento
que lhe dará morte na certa
que lhe tornará uma igual a mim
sua alma sem motivos
e sem vida
para sempre serás minha companhia neste maldito mundo de ilusões
espalharemos o caos e a dor por onde a luz ainda insiste em residir
beberas do mais puro vinho de sangue, meu doce sabor
conhecerás a doce face do anjo da morte
e terás em tuas mãos a fria lamina da dor
o caos que iremos espalhar será superior
o sangue que iremos derramar será puro
sois um anjo da morte
e eu sou o anjo do caos
abra tuas asas e despeje sobre este chão tua agonia
arranque o coração da esperança e faça-a despedaçá-lo com as próprias mãos
até que a ultima lagrima junte-se ao rio
pelos séculos e século
que durante os rios negros
sua alma se perde
e és quem procuro e acho
que sois uma única pétala negra
em meio tantas cinzas de rosas mortas
espalhadas pelo tumulo de meus inimigos
minha doce víbora
es teu veneno que me alimenta
es teu semblante que me suaviza
sua carne
seu sangue
teu corpo
sua energia
o teu veneno
Es que me dar o fôlego de vida ou de morte’’.
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